
Mortas como as Flores muchas e sem cor é exatamente como me sinto.
Em um caminho solitário pelo vento frio tentando encontrar o meu lugar.
Minha Alma se encontra em meio ao caos. Caos este que se encontra o Mundo
Em meio a tanta perversidade Humana, levo comigo um átomo de esperança.
Algo absurdo acontece, porém ninguém vê.
É como se todos estivessem possuídos pelo desamor.
Passa o tempo, e nada muda
O Céu não está tão azul como costumava está,
As Cores já não têm a mesma vida.
Sinto-me pressa nessa Cidade de Pedra.
Pressa em Regras e Preconceitos Chulos.
Meu coração Sangra.
Qual a prova do que digo?
É só estender o olhar:
Seqüestros,
Bombas,
Balas perdidas,
Ganância.
Uma Humanidade desfalecida em vida.
Pergunto-me quem irá nos salvar?
Jess Layvska